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quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Ser Mestre




























Ser Mestre

Ser mestre é ser nobre.
Embora não se veja sobre sua cabeça
Uma coroa de ouro e pedras preciosas.
Não o veja coberto de púrpura, assentado em um trono
Ou ainda, habitando um suntuoso palácio.
Contudo, os gratos reconhecem
E os humildes o engradecem.

Ser mestre é ser um tipo de sacerdote.
Sim. Porque tendo inúmeras vontades
Por sua vocação e para exemplo daqueles a quem ensina
faz-se necessária a renuncia, a abnegação e o suprimir-se.
Doutro modo, seria um sino que não tine
Um espelho que não reflete
Um farol que não ilumina

Ser mestre é ser pai.
Posto que, pai não é aquele que meramente introduz um ser ao mundo
Antes, é o que tem na paternidade uma missão
De ao filho abraçar e proteger, de ensinar e corrigir, de fortalecer e encorajar
De ir com ele no caminho.
De torna-lo sábio para as decisões, dando-lhe asas para o voo da vida
Na esperança de, ao final, ter formado um “homem digno”
Assim, tal é um verdadeiro mestre.

Ser mestre é amar.
Exatamente. Do contrário, alguém tal não pode ser.
Pois, é preciso amar o que se faz.
É preciso ter amor por aqueles a quem se faz
Visto que por inúmeras vezes seu aluno recusa-se a aprender
e seu discípulo não quer seguí-lo
no virtuoso caminho do bom saber.

O que não ama, facilmente desiste.
Aquele que ama, luta, insiste  e persiste.
Com lágrimas, as vezes.
Em solidão, muitas vezes.
Mas, com esperança, todas as vezes que ensina.
Até que tudo, realmente, finde.

E nesta via-crúcis do ensinar
Só os mestres que amam seu ofício e seus alunos
Conseguem, honrosamente
A carreira terminar.


Texto do Pr. Marcos Costa
Em Homenagem aos Mestres no Dia do Professor
Outubro/2015















quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Estou de Pé.





























Estou de Pé

Algumas vezes, me faltam forças diante das batalhas.
Meu ânimo se perde, sou humano, percebo-me limitado.
Nestas “algumas vezes”, Deus me fortalece e me torna capaz.

Outras vezes, sou tomado por uma ansiedade irracional
incapaz de compreender o tempo das coisas.
Sou por ela abatido e na espera, noto-me aflito.
Nestas “outras vezes”, O Senhor refrigera minh’alma
E alcanço paz pela confiança Nele.

Por diversas vezes, olhando os levantes temporais da vida sinto medo e quero fugir.
Tentando me esconder, vejo-me em um descampado. 
Por estas “diversas vezes”, o Altíssimo me abriga em Seu lugar secreto.
Sinto-me seguro.

Muitas vezes, ouço as palavras destrutivas lançadas como flechas agudas
pelo arco da boca dos maus, para ferir.
Percebo-me alvo, quero proteger-me, sinto-me vunerável.
Nestas “muitas vezes”, o Pai toma-me em Seus braços
E defende-me como um escudo.

Neste sensorial viver humano tantas coisas sinto.
Inclusive, a necessidade de reconhecer
Que em todas essas vezes, Deus tem sido comigo.
Percebo-me alvo de Sua Maravilhosa Graça.
Tenho vida. Estou de pé.

Pr. Marcos Costa
Outubro/2015

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Colocando brincos no pavão.


Certa vez, fiz um passeio com os pais e as crianças de nossa igreja para o Zoológico de São Paulo. Foi um passeio muito agradável. As crianças, principalmente, ficaram maravilhadas. Muitas delas ainda não haviam tido a oportunidade de visitar aquele lugar. Mas, como se diz: para tudo há sempre a primeira vez. Fomos caminhando naquelas ruas e em cada uma delas parávamos  diante dos cercados e jaulas para observarmos os bichos e lermos as placas descritivas das espécies. Entre cobras, pássaros, macacos e leões seguia o nosso passeio.

Eu costumo ensinar para as pessoas na igreja que, se pararmos e prestarmos atenção em tudo o que realmente acontece no nosso dia-a-dia tiraremos lições importantes, quer seja para a vida secular, quer seja para nossa caminhada cristã. Pode ser em uma viagem de ônibus quando nossos olhos observam pela janela o frenesi da cidade ou as paisagens a beira das estradas. No observar os gestos de alguém ou, no ouvir o falar de uma pessoa, mesmo que numa conversa informal, podemos aprender algo. Por incrível que pareça, naquele dia e naquele zoológico o Espírito Santo me mostrou algo que serviria (e serve até hoje) para o meu pastorado e que compartilho contigo neste texto.

Estávamos passando pela rua dos viveiros das grandes aves. Flamingos, faisões e outras mais. Até que chegamos diante do cercado do pavão. Todos do grupo estavam admirados e aproveitavam para fotografar aquela bela ave. Peguei minha câmera e comecei a filmar. Ali estava eu por um momento fascinado pela beleza daquele pavão. Foi quando, de repente, senti como se eu fosse arrebatado para um pouco mais longe do grupo. Porém, ao fundo ouvia os elogios que faziam ao bicho. O Espírito Santo me disse: Preste atenção no que lhe mostrarei! Então, surgiu um homem com aparência de negociador dentro do viveiro. Ele trazia consigo pelas mãos muitas joias reluzentes. Quando os raios do sol atingiam aqueles objetos eu perdia por um momento a visão e não conseguia ver o pavão. Aquele homem começou a colocar peças parecidas com braceletes que cobriam as pernas da ave. Pôs anéis nos dedos das patas e gargantilhas de ouro no pescoço. Também furou a pele do papo próximo ao bico e fixou três brincos de argola. Depois disso, parou e ficou olhando para o bicho, como quem estava planejando o que mais poderia fazer para enfeitar o pavão. Quando parecia que já não havia como acrescentar outros enfeites, ele dava um jeitinho e encobria ainda mais a ave com suas joias. Até que chegou a um ponto que não se podia afirmar que aquilo era o lindo e maravilhoso pavão de outrora. Neste instante, aquela visão aberta se fechou e me vi novamente em meio aos que comigo visitavam o zoológico. Ao fim da tarde terminamos aquele passeio e regressamos para casa.

Nos dias que se seguiram conversando com o Espírito Santo, pedi que ele me ajudasse a compreender aquela visão. E, então, Ele me falou que aquele pavão é o Evangelho de Jesus Cristo – Simples e Eficaz. Puro e Maravilhoso!  Que aquele homem com aparência de negociante é a representação dos pastores que fazem do Evangelho um negócio. As joias que ele trazia nas mãos são suas heresias, liberalismo e permissividade, ritualismos, crendices e modismos cultuais. O ato de enfeitar o pavão, é a visão dele para tornar o Evangelho mais atrativo, afim de fascinar com coisas novas os que já conhecem o “pavão” prendendo-os por mais tempo e também, granjear novos admiradores. Os motivos pelos quais o homem fez aquilo com o pavão são os mesmos pelos quais os pastores transformam o Evangelho em negócio e as igrejas em empresas particulares: ganância, poder, influência, fama e riquezas. Quanto mais pessoas, mais dinheiro. Qualquer semelhança com a era atual da igreja cristã não é mera coincidência e nem crítica descabida: é fato. 

O que aprendi assim, é que o Evangelho de Jesus Cristo é tão simples em sua essência que não precisa de qualquer artifício humano. Ele é eficaz e poderoso! Basta anuncia-lo tal como ele é e o resultado será cura, libertação, transformação e Salvação. No entanto, os homens gananciosos e avarentos, cujo maior propósito tem sido construir impérios na terra e tornarem-se famosos nas mídias, têm criado tantos ritualismos e crendices para tornar suas igrejas mais atrativas e aceitáveis, bem ao gosto de uma sociedade corrompida, que o Evangelho ficou totalmente descaracterizado e irreconhecível. Mudaram tanto os preceitos deixados por Cristo, que quando traçamos um paralelo entre aquela igreja que a Bíblia descreve e esta dos nossos dias, percebemos que não há, em essência, semelhança  e comunhão entre elas.

Exagero?! Quisera eu, fosse. Delírio, então?! Asseguro-lhe que não estou em estado febril de quarenta graus ou mais. Estou escrevendo este texto tão lúcido e sóbrio como naquele dia em que visitava o Zoológico de São Paulo, quando diante do viveiro do pavão o Senhor me deu aquela visão aberta e fez-me entendê-la.

Quando um pastor prega o Evangelho tal como ele o é, o Espírito Santo convence aos pecadores no tocante aos seus pecados para que se arrependam. O mesmo Espírito se encarrega de quebrar os corações de pedra nas pessoas e lhes dá um novo coração para temerem a Deus. O Senhor as cura e liberta e põe dentro delas um novo espírito fazendo-as novas criaturas. Ele as enche do Poder do Espírito Santo e as transforma para transformarem, pelo testemunho de Jesus Cristo, o mundo carente da Graça Divina.

Mas, quando um pastor quer “colocar brincos no pavão”, isto é, enfeitar o Evangelho adicionando estratégias e artifícios humanos, visando alimentar as vaidades terrenas do seu público, cativando e prendendo as pessoas em torno de si e não de Cristo e assim, lucrar com o volume de pessoas... Então, esse pastor não é um pastor. Ele é um negociante, um animador de plateia, um palestrante motivacional ou, qualquer outra coisa deste nível. A igreja que dirige, não é igreja mas sim, sua empresa. Seu público não são cristãos genuínos. Antes, são clientes consumidores que ali vão em busca de um produto chamado “evangelho barato”, tão fraco e sem a Graça de Cristo, que é incapaz de fazê-los nascer da água e do Espírito e, por fim, serem salvos. Que tragédia!

O pavão não precisa de brincos e nem de maquiagem. Deus o criou tão lindo como ele é, fazendo dele uma criatura admirável. Assim também, o Evangelho de Cristo é simples, puro e maravilhoso. Todas as vezes que os homens ao longo da história o quiseram mudar, os resultados foram desastrosos.

“Teme ao Senhor, filho meu, e ao rei, e não te entremetas com aqueles que buscam mudanças. Porque, de repente, se levantará a sua perdição e a ruína deles, quem a conhecerá?” (Provérbios 24.21-22)


Pense nisso e não se corrompa com os modismos e ritualismo existente na maior parte das igrejas destes tempos. 


Graça e Paz de Jesus Cristo.


Pr. Marcos Costa

Março/2014


sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Um Suicida teria Salvação Espiritual em Cristo?



Por esses tempos, pediram meu posicionamento quanto a esta questão. Então elaborei este texto para explanar a minha visão sobre este assunto tão delicado. Sem dúvida alguma, ela converge com a opinião de muitos. Mas por se tratar de um tema polêmico, diverge de tantos outros, também.

Na pergunta que me fizeram, pediram a resposta acerca do suicida na condição de ser um “cristão” e também, no caso de ser um “não-cristão”. Então, exponho minha visão começando com o caso do suicídio de um não-cristão que para mim é mais prático e direto e na sequência, trato da condição de um cristão que cometa suicídio, que requer algumas observações a mais.


1º - O suicida não-cristão:

Este, biblicamente, não terá vida eterna com Deus. Não propriamente pelo suicídio, mas sim, pelo fato de não ter crido em Cristo como Filho de Deus, Único e Suficiente Salvador de sua vida e, por conseguinte, não nascendo da “água” e nem do “Espírito” como ensinado no evangelho de João nos capítulos 1 e 3, que são prerrogativas indispensáveis para a vida eterna, segundo Cristo.

Em outra oportunidade, tratarei do que é “nascer da água e do Espírito”. Mas, já adianto que não se trata de meramente ser um evangélico de qualquer patente afiliado a alguma organização religiosa que fica cantando e dando glória a Deus. Jesus já avisou que “nem todo que me diz: Senhor! Senhor! Entrará no Reino de Deus”. Ponto.


2º - O suicida cristão:

Primeiramente, o cristão verdadeiro tem a consciência de que somente a Deus cabe a decisão de quando a sua vida deve findar-se, já que subentende-se que este “entregou” sua vida a Deus. Logo, já não tem mais “domínio” ou poder de decisão sobre ela; isto é, de intervir no que é alheio. Para muitos, isto soa como poético e emocional quando, na verdade, deveria ser observado como racional e lúcido.

A segunda coisa, seria a motivação para o cometer suicídio. Há alguns que defendem a tese de que, em circunstâncias de grande dor e sofrimento seria justificável a decisão de alguém se matar. Eu não compartilho desta opinião, por enxergar na própria Bíblia Sagrada o relato do extremo sofrimento de Jó. Ele viu seus dez filhos (sete rapazes e três moças) morrerem juntos por causa de um desabamento do local onde estavam dando uma festa. Experimentou a ruína do seu patrimônio conquistado ao longo de sua vida com labor. Sofreu o afastamento de quase todos os seus amigos, sendo que uns três ou quatro que restaram, ficavam somente trazendo palavras de peso e condenação. Convivia com a indiferença e falta de apoio de sua mulher. E para completar o seu “cálice” de sofrimento, Jó se viu acometido de uma doença mortal, além de “parecer” que Deus o tinha abandonado (leia isso em Jó, capítulos 1 e 2 ). Se o sofrimento extremo é motivação para o suicídio, Jó deveria ter cometido isso. E não faltou incentivo! Sua “adorável” esposa sugeriu que ele amaldiçoasse a Deus e depois, desse cabo de sua vida (Jó 2.9-10). Ao invés disso, Jó expressa sua fé e confiança no seu Deus preferindo continuar vivo crendo na ajuda do Senhor.

Logo, um sincero cristão sabe que por mais que suas circunstâncias sejam extremamente dolorosas, Deus está no controle de todas as coisas e que Ele o ajudará a superar tudo na vida, sejam as perdas materiais ou, o falecimento de alguém que se estime. Em minha visão, não há como justificar o suicídio de um cristão.

Alguns exemplos bíblicos de pessoas que cometeram suicídio, referem-se a pessoas que após terem vivido por algum tempo “para Deus” preferiram se desviar e, consequentemente, perderam a fé e a esperança de algum favor do Senhor. É o caso de Saul (1 Samuel, capítulos 10, 16.14-16, 31.1-6) e de Judas (Mateus 27.1-5; Atos 1.15-26).

Há alguns, que defendem que Sansão cometeu suicídio. Eu, todavia, enxergo que ele na verdade fez aquilo com a intenção de matar os filisteus e quem sabe, com um pouco de sorte, sobreviver. Mesmo sabendo do risco iminente. Pois ele mesmo disse “morra eu com os filisteus”. Ele preferiu correr o risco e morreu naquele desabamento (Juizes 16.28-31). Já em Hebreus 11.32-36, percebemos que Sansão é descrito na galeria dos heróis da fé.

Outro fato, que vale a pena ressaltar é o de que, em momentos extremamente difíceis e dolorosos, um verdadeiro cristão pode pensar e considerar a morte como uma saída, solução ou até mesmo, como descanso. Foi o caso de Elias em face de seu esgotamento físico e emocional (1 Reis 19.1-7). Mas, é importante notar que em nenhum momento Elias planejou matar-se. Mas, pediu que Deus o “recolhesse” por achar que sua missão terrena havia terminado ou, que não estivesse surtindo qualquer efeito positivo. O Senhor não tirou a vida de Elias por mais que parecesse “justificável” sua motivação. E o que é mais maravilhoso é que Elias foi para o alto sem saber o que é a morte física. Neste texto, eu enxergo o propósito e o tempo de Deus para a vida daquele que o teme.



Por fim, chegamos a questão: Um cristão que se suicida terá Salvação para a Eternidade?

A bíblia não traz um texto que claramente fale acerca do suicídio como um ato que não tenha salvação espiritual. Todavia, apoio minha convicção em um ato, o qual a Palavra de Deus classifica como um pecado passível de condenação eterna: o HOMICIDIO ou, ASSASSINATO.

Embora homicídio seja descrito como “a morte de uma pessoa efetuada por outrem”, na sua essência trata da morte de um ser humano. Neste sentido, não importa se foi um auto-assassinato ou, se provocado por alguém – houve uma perda de vida. Neste ponto, eu defino o suicídio como um assassinato: assassinato de si mesmo.

Partindo para os textos bíblicos, eu encontro o seguinte:

1 João 3.15 – “Qualquer que aborrece a seu irmão é homicida. E vós sabeis que nenhum homicida tem permanente nele a vida eterna.” (ARC)

O apóstolo João declara que “nenhum homicida tem permanente nele a vida eterna”, isto é; a pessoa que põe cabo a uma vida, entendo eu, dela ou de outrem, não estará na eternidade com o Pai.

Lembre-se que João está dirigindo estas palavras a igreja, para os cristãos. Aqui, faço uma observação quanto ao contexto do que ele escreveu para que ninguém pense que estou usando o texto isolado para estabelecer alguma doutrina. No texto, João diz que um “irmão” que tenha atitudes, palavras e comportamento capazes de aborrecer, escandalizar e desviar um outro irmão do caminho da fé comete um pecado tão grave quanto um “homicida”. Isto é, ele “mata” o irmão espiritualmente, enquanto este último, mata fisicamente. Ambos, segundo a afirmativa de João, ficarão fora do Reino de Deus.


Já em Apocalipse 22.13-16, Jesus Cristo, instruindo a João acerca do que transmitir às igrejas, apresenta uma lista de comportamento e atitudes de pessoas que não terão parte na vida eterna, dentre elas, os homicidas.

“Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim, o Primeiro e o Derradeiro. Bem aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras no sangue do Cordeiro, para que tenham direito a árvore da vida e possam entrar na cidade pelas portas. Ficarão de fora os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira. Eu, Jesus, enviei o meu anjo para vos testificar estas coisas nas igrejas. Eu sou a Raiz e a Geração de Davi, a resplandecente Estrela da manhã.” (ARC)


Conclusão:  Acredito que o “dar cabo de uma vida”, própria ou de outrem, implicará em perda de Salvação.


Quero fazer aqui uma ressalva. Nem eu, nem qualquer outro cristão deve sair por ai declarando juízo sobre quem foi ou não para o “céu”. Pois só Deus, verdadeiramente, conhece o ser humano. Ele enxerga além da aparência e sua misericórdia é tão grande que chega a ser incompreensível para nossos padrões de pensamentos. É lógico que, alguns padrões de comportamento humano, quando confrontados com aquilo que a Bíblia descreve como a vontade de Deus, se acham em contrariedade, me permitem afirmar que a persistência neles, porá em risco uma possível Salvação para vida eterna. Mas, o Juízo Final pertence sempre a Deus.


“E quem me vê a mim, vê aquele que me enviou. Eu sou a luz que vim ao mundo, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas. E se alguém ouvir as minhas palavras, e não crer, eu não o julgo; porque eu vim, não para julgar o mundo, mas para salvar o mundo. Quem me rejeitar a mim, e não receber as minhas palavras, já tem quem o julgue; a palavra que tenho pregado, essa o há de julgar no último dia. Porque eu não tenho falado de mim mesmo; mas o Pai, que me enviou, ele me deu mandamento sobre o que hei de dizer e sobre o que hei de falar. E sei que o seu mandamento é a vida eterna. Portanto, o que eu falo, falo-o como o Pai me tem dito.”
(João 12:45-50 – ARC)



Graça e Paz de Cristo. Amém.


Pr. Marcos Costa
Igreja Bíblica do Calvário


domingo, 5 de julho de 2015

Quando tudo falhar...


Quando tudo falhar...
Texto do Pastor David Wilkerson

Na quarta feira do dia 29 de abril de 2011, o Pastor David Wilkerson morreu em um acidente de carro. O acidente aconteceu a tarde, mas horas antes, na manhã daquele dia, o Pastor havia publicado o que seria seu último texto em seu site oficial. O devocional intitulado “Quando tudo falhar” fala exatamente de enfrentar dificuldades, mesmo as mais difíceis, utilizando a fé em Deus.

David Wilkerson foi um famoso evangelista americano, fundador e líder da Igreja da Times Square, em Nova York. Seu mais famoso livro foi “Entre a Cruz e o Punhal” que se tornou um best-seller traduzido para várias linguas do mundo e um aclamado filme.

Confira abaixo “Quando tudo falhar”, último texto do Pastor David Wilkerson:


O Senhor seja louvado!


Crer quando todos os recursos fracassam agrada muitíssimo a Deus e é altamente aceito por ele. Jesus disse a Tomé “... Porque me viste, Tomé, creste; bem-aventurados os que não viram e creram.” João 20.29.

Bem aventurados os que creem quando não existe evidência de uma resposta a sua oração. Bem aventurados aqueles que confiam mais além da esperança quando todos os meios fracassaram.

Alguém chegou a um lugar de desespero, ao final da esperança e ao término de todo recurso. Um ser querido enfrenta a morte, e os médicos não dão esperança. A morte parece inevitável. A esperança se foi. Orou pelo milagre, porem, esse não aconteceu.

É nesse momento quando as legiões de Satanás se dirigem a atacar sua mente com medo, ira e perguntas opressivas como “Onde está teu Deus? 

Você orou até não lhe restaram lágrimas, jejuou, permaneceu nas promessas e confiou”. Pensamentos blasfemos penetraram em sua mente: “A oração falhou, a fé falhou. Não vou abandonar a Deus, porem não confiarei Nele nunca mais. Não vale a pena!” Até mesmo perguntas sobre a existência de Deus acometem sua mente!

Tudo isso foi dispositivos que Satanás empregou durante séculos. Alguns dos homens e mulheres mais piedosos de todas as eras viveram tais ataques demoníacos.

Para aqueles que passam pelo vale da sombra da morte, ouçam essas palavras: O pranto durará algumas tenebrosas e terríveis noites, mas em meio a essa escuridão logo se ouvirá o sussurro do Pai:

“Eu estou contigo. Nesse momento não posso lhe dizer por que, mas um dia tudo terá sentido. Verás que tudo era parte de meu plano. Não foi um acidente. Não foi um fracasso da tua parte. Agarre-se com força. Deixe Eu te abraçar nessa hora de dor”

Amado, Deus nunca deixou de atuar em bondade e amor. Quando todos os recursos falham, Seu amor prevalece: Aferre-se a sua fé.


Permaneça firme em Sua Palavra.


Não há OUTRA ESPERANÇA nesse mundo.


Autor: Pr. David Wilkerson




quarta-feira, 17 de junho de 2015

Para Crianças: A Arca de Noé - ilustrada com os bloquinhos Lego.



Clássico da Bíblia é ilustrado com as peças de LEGO, brinquedo favorito de crianças e adultos



A história de Noé e sua arca, cheia de animais de todas as espécies, é adorada por todos a 3.000 antes de Cristo. E agora, pela primeira vez, a Arca de Noé é trazida à vida por meio dos bloquinhos de montar LEGO.

Publicado pela Editora Nossa Cultura o livro mostra a reunião dos casais de animais, a terra lavada pelas águas, enquanto a arca enfrenta a tempestade. Uma oportunidade para ver o mundo nascer novamente com a promessa de um arco-íris, de forma diferente e criativa.


“Deus disse a Noé que construísse um grande barco, chamado de arca, para manter sua família a salvo do dilúvio. Deus disse a Noé para separar dois animais de cada espécie e coloca-los na arca para mantê-los a salvo.”




A Arca de Noé – A Bíblia em Bloquinhos proporciona fantásticas ilustrações da história da Bíblia, adequadas às crianças pela forma como é retratada. Ainda, auxilia os pais sobre como introduzir conversas difíceis com os filhos sem traumatiza-los.  Por meio desta passagem, torna-se mais fácil os pequenos aceitarem as alegrias e as dores da vida. Por que Deus provocou um diluvio no mundo e salvou apenas Noé, sua família e os animais?

O autor da obra Brendan Powell Smith, já produziu mais de 5 mil ilustrações que recontam mais de 400 histórias da Bíblia. A Arca de Noé é a primeira obra dele voltada para o público infantil. Brendan cria uma nova visão do livro especialmente para crianças. Ilustrado com humor e riqueza de detalhes, é leitura fácil e fiel à história da Bíblia.

Sobre o autor: Brendan Powell Smith é o autor de A Bíblia em Blocos: Um novo enfoque sobre o Antigo Testamento; A Bíblia em Bloquinhos: A história do Natal. E produziu mais de 5.000 ilustrações recontando mais de 400 histórias da Bíblia. Esta é a sua primeira obra para o público infantil.
Ficha Técnica

Editora Nossa Cultura
ISNB: 978-85-8066-124-8
Autor: Brendan Powell Smith
Tradução: Mariel Corrêa Martins Rubim
Ilustração: Brendan Powell Smith
Número de páginas: 32
Preço: R$ 18,00


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