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sábado, 21 de outubro de 2017

A Salvação: é pela Graça ou pelas Obras?


Certa vez, fui chamado para realizar a cerimônia fúnebre de uma mulher, que era membro de uma família muito querida da minha igreja, na capital de São Paulo. Todos nós sabemos que este é um momento doloroso para familiares e amigos. Cheguei ao local, prestei minhas condolências aos principais da família e, postei-me em um canto daquela sala, não muito distante do caixão, aguardando o momento de ministrar uma palavra. Era uma distância suficiente para ouvir algumas manifestações de dor, geralmente em forma de questionamentos. Pude ouvir várias pessoas dizerem o “Por que Deus levou você?!”. Umas duas reclamaram: “Por que não eu, antes que você?!”. A citação que mais ouvi foi a que soa como um protesto pela incoerência da seleção que a morte faz e diziam que “Tanta gente ruim não morre e você tão boa se foi!”. E, por fim, essa eu ouvi apenas uma pessoa solicitar: “Me leva com você!!!”. Corajosa, não?!

Talvez, você esteja se perguntando o porquê estou relatando esse ocorrido, quando o assunto proposto é Salvação e Obras. O fato, é que após haver o corpo descido á sepultura naquele caixão e iniciando-se os passos da multidão, inclusive os meus, para sair do cemitério, alguns parentes e amigos da falecida buscando algum tipo de conforto espiritual perguntaram a mim se aquela mulher iria para um bom lugar. Trocando em miúdos, eles queriam que eu lhes dissesse ou afirmasse que ela estava salva ou, simplesmente, que tinha ido pro céu. Isto, porque todos que a conheciam, também reconheciam que ela foi uma mulher cheia de obras de caridade. Alguns, até diziam já saber a resposta acerca de para onde ela havia ido. Estes vaticinavam: “Ela era muito boa. Fazia boas obras. Ela merece o céu!”. Então, eu lhes disse: as boas obras apenas contribuem, mas não são a causa de alguém ser salvo! O que eu lhes respondi não agradou muito e, por que não dizer, chocou a alguns ali. Apenas as pessoas daquela família da minha igreja compreenderam minhas palavras, porque também sabiam a fonte de onde eu extraí aquela resposta: A Bíblia Sagrada.

Percebo em ocasiões como esta que a grande maioria das pessoas acredita em um Deus Criador Soberano e em Jesus Cristo como Filho de Deus. Mas, ao mesmo tempo não aceita ou reconhece a Bíblia Sagrada como a expressa regra de conduta para que se alcance a desejada Vida Eterna. Os motivos para essa rejeição ancoram na dúvida sobre os autores, as personagens e também, sobre acontecimentos que os métodos empíricos não conseguem explicar, desprezando o fato de estar lidando com ações de um ser Sobrenatural. Como resultado disso, o ser humano procura desenvolver seus próprios métodos de exercer espiritualidade no intuito de alcançar a “Salvação”. O “ser salvo pelas obras” é um destes.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

O Jogo da "Baleia Azul"



Ontem, terça-feira, 18 de Abril, estávamos na igreja anotando em um caderno os propósitos de oração para aquela noite para em seguida, levantarmos um clamor. Dentre os temas, abordamos a questão deste maldito jogo “BALEIA AZUL” que tem vitimado de maneira fatal muitos adolescentes e jovens pelo mundo.

A foto exibida aqui é do Arquivo Pessoal e mostra Cortes nas pernas e braços do filho de Priscila que formavam a imagem de uma baleia e a palavra "Sim".

Peço a todos que acompanham nossa página, principalmente, aos pais e filhos, que leiam atentamente este relato a seguir e compartilhem com o maior número possível de pessoas. Vamos deter a disseminação deste “jogo” e salvar da morte preciosas vidas.

Leia...



"MEU FILHO JOGAVA BALEIA AZUL E PRETENDIA SE MATAR. ERA UM PEDIDO DE AJUDA"... 


Na última sexta-feira (14), a vendedora Priscila Valença, 43 anos, de Bauru (SP), descobriu que seu filho de 16 anos fazia parte do jogo online ligado à morte de dois jovens no Brasil. Ela contou ao UOL como vem lidando com o problema desde então.

"Estava saindo para jantar com uma amiga na última sexta-feira (14) quando meu ex-marido me ligou. Nervoso, me contou que havia brigado feio com nosso filho, L.F., de 16 anos, e que o menino chegou a ameaçá-lo com uma faca durante a discussão. Preocupada, corri até lá para evitar que a coisa toda piorasse. Ao chegar, meu ex explicou o motivo bobo da confusão: o celular do nosso filho havia quebrado e o garoto perdeu o controle por isso. Quando o L. apareceu, estava com o rosto sangrando. Ele mesmo tinha feito os cortes na face.

Eu não conseguia entender nada e o L. estava muito revoltado, não queria conversar. Dei um tempo para que se acalmasse. Meu filho mais velho, no entanto, me abriu os olhos. Disse que aqueles cortes no rosto do irmão tinham todo o jeito do tal jogo da Baleia Azul. Já tinha ouvido falar no assunto, mas não poderia imaginar que o problema era esse."


"ERAM MUITOS FERIMENTOS"

"Perguntei para meu menino se ele estava envolvido no tal jogo e, para minha surpresa, ele confirmou. L. contou ainda que estava participando dos desafios, que os cortes no rosto eram sua 14ª tarefa e que, sua última missão no jogo seria se matar no final. 'Ninguém vai sentir minha falta mesmo...', me disse. Meu coração disparou e fiquei sem reação. O que eu podia fazer ou falar naquela hora?

Enquanto eu tentava me acalmar, meu filho foi tomar banho. Preocupada, o segui até o banheiro e fiquei chocada com o que vi quando tirou a roupa. Seu corpo estava cheio de cicatrizes, nas pernas e nos braços. Um dos cortes tinha a forma de uma baleia, outros formavam palavras. Eram muitos ferimentos."


"DOIS DIAS DEPOIS, ELE FUGIU DE CASA"

"Entrei em pânico e decidi conversar com L.. Implorei para que parasse com o jogo e disse que o amava. Tirei algumas fotos das marcas no seu corpo e postei as imagens no Facebook. Eu queria alertar outros pais e pedir ajuda. Muita gente comentou, se ofereceu para ajudar e me deu orientações de como tratar com ele. Inclusive, se ofereceram para pagar tratamento psiquiátrico para meu filho. 

Passei o dia seguinte inteiro com meu menino. Tentei conversar e fazer com que se sentisse querido por mim. Mas no domingo de Páscoa, em um almoço com amigos, o assunto do jogo surgiu na mesa e as pessoas começaram a fazer perguntas. Meu filho ficou nervoso e fugiu da casa.

Foi desesperador! O que ele seria capaz de fazer? Avisei nossos amigos e parentes e liguei para a polícia. Procuramos por L. até segunda à tarde, quando recebi uma ligação informando que ele estava na delegacia. Todo calmo, como se nada tivesse acontecido, veio para casa comigo sem falar nada, nem onde tinha estado até então. Não conseguia entender o que se passava na cabeça dele."


"ACHAVA QUE DAVA DE TUDO PARA MEU FILHO, MAS FALTAVA ATENÇÃO"

"Estou passada com isso tudo... A gente vê na internet as mães falando e lê as notícias, mas nunca acha que vai acontecer na casa da gente... Agora penso que essa situação toda foi um alerta. Foi um jeito do meu filho pedir ajuda.

Eu e meu marido nos separamos há pouco tempo. O L. ficou com o pai, que viaja a semana toda. Fica o tempo todo sozinho. Também trabalho muito, saio às 7h e volto às 20h. A gente precisa trabalhar, sabe?

Eu costumava dizer que meus filhos têm tudo: roupa, comida, internet, celular. Me sentia orgulhosa por dar de tudo para eles. Mas a verdade é que gente não dá tudo. O que eles precisam é de atenção, é de amor. E a gente ficou em falta com isso.

L. é um menino calado, tem poucos amigos e na escola reclamam do seu comportamento. Tudo isso já era sinal de que ele precisava de ajuda, sabe?"


"CORTEI A INTERNET DELE"

"Meu menino me contou que entrou no jogo Baleia Azul via grupo de WhatsApp. O moderador desse grupo foi quem o escolheu e começou a mandar mensagens com os desafios. Acho que essas pessoas escolhem meninos como meu filho: quietos, com poucos amigos... As mensagens vinham pelo Facebook ou pelo WhatsApp, orientando sobre o que fazer.

Desde que isso tudo aconteceu, L. está sem celular e eu não quero que ele tenha internet de novo tão cedo. Agora, meu filho vai começar a fazer tratamento psicológico. Também vou matriculá-lo em um curso técnico e, mais importante: serei mais presente. Ele vai vir morar comigo e, todos os dias, sairei do trabalho para almoçarmos juntos.

Acho que isso tudo fará a diferença. Só de estar mais presente nesses últimos dias vejo mudanças. Na sexta-feira, ele falou que pretendia se matar. Já na segunda, contou que entrou no jogo por curiosidade e que não sabia se ia se matar de verdade.  Vejo isso como um sinal de que meu filho queria minha atenção, então é isso que eu vou dar." 


ATENÇÃO DOS PAIS É IMPORTANTE, MAS TRATAMENTO É ESSENCIAL

Os pais precisam ficar atentos ao comportamento dos filhos em relação ao jogo da Baleia Azul. No entanto, é importante estar ciente de que o envolvimento no jogo pode ser um indício de que o jovem está sofrendo de outros problemas psicológicos, como uma depressão. "A depressão é uma doença e é preciso buscar ajuda de um especialista que possa orientar e trabalhar com o adolescente", orienta a psicóloga Gabriela Malzyner.

No entanto, a psicóloga Karen Scavacini, especialista em suicídio, alerta que adolescentes saudáveis também podem ser atraídos pelo jogo por curiosidade ou pela sedução do proibido e acabar se colocado em perigo. Por isso, as profissionais ressaltam que é importante ficar atento aos sinais de que os filhos possam estar entrando na brincadeira ou estejam precisando de ajuda. Alguns deles são:

• Isolamento
• Agressividade
• Mudança de comportamento
• Não deixar os pais chegarem perto de seu celular ou computador
• Usar manga comprida em dias de calor
• Queda no rendimento escolar
• Mudanças no padrão de sono
• Mudanças de apetite
• Cortes pelo corpo

Mesmo se não identificarem os sinais de que o filho esteja participando do jogo, é importante que os pais abram um canal de diálogo sobre o assunto. Karen recomenda que os pais falem do jogo e perguntem se os adolescentes conhecem e já tiveram algum contato.

Além disso, a profissional orienta a regular e acompanhar as atividades que os adolescentes realizam na internet.


FONTE:   Helena Bertho - do UOL, em São Paulo
https://estilo.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2017/04/19/meu-filho-jogava-baleia-azul-e-se-machucou-era-um-pedido-de-ajuda.htm



quinta-feira, 16 de março de 2017

Alimentando as Ovelhas ou, Divertindo os Bodes?

Existe um mal entre os que professam pertencer aos arraiais de Cristo, um mal tão grosseiro em sua imprudência, que a maioria dos que possuem pouca visão espiritual dificilmente deixará de perceber. Durante as últimas décadas, esse mal tem se desenvolvido em proporções anormais. Tem agido como o fermento, até que toda a massa fique levedada. O diabo raramente criou algo mais perspicaz do que sugerir à igreja que sua missão consiste em prover entretenimento para as pessoas, tendo em vista ganhá-las para Cristo. A igreja abandonou a pregação ousada, como a dos puritanos; em seguida, ela gradualmente amenizou seu testemunho; depois, passou a aceitar e justificar as frivolidades que estavam em voga no mundo, e no passo seguinte, começou a tolerá-las em suas fronteiras; agora, a igreja as adotou sob o pretexto de ganhar as multidões.

Minha primeira contenção é esta: as Escrituras não afirmam, em nenhuma de suas passagens, que prover entretenimento para as pessoas é uma função da igreja. Se esta é uma obra cristã, por que o Senhor Jesus não falou sobre ela? “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura” (Mc 16.15) — isso é bastante claro. Se Ele tivesse acrescentado: “E oferecei entretenimento para aqueles que não gostam do evangelho”, assim teria acontecido. No entanto, tais palavras não se encontram na Bíblia. Sequer ocorreram à mente do Senhor Jesus. E mais: “Ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres” (Ef 4.11). Onde aparecem nesse versículo os que providenciariam entretenimento? O Espírito Santo silenciou a respeito deles. Os profetas foram perseguidos porque divertiam as pessoas ou porque recusavam-se a fazê-lo? Os concertos de música não têm um rol de mártires.
Novamente, prover entretenimento está em direto antagonismo ao ensino e à vida de Cristo e de seus apóstolos. Qual era a atitude da igreja em relação ao mundo? “Vós sois o sal”, não o “docinho”, algo que o mundo desprezará. Pungente e curta foi a afirmação de nosso Senhor: “Deixa aos mortos o sepultar os seus próprios mortos” (Lc 9.60). Ele estava falando com terrível seriedade!

Se Cristo houvesse introduzido mais elementos brilhantes e agradáveis em seu ministério, teria sido mais popular em seus resultados, porque seus ensinos eram perscrutadores. Não O vejo dizendo: “Pedro, vá atrás do povo e diga-lhe que teremos um culto diferente amanhã, algo atraente e breve, com pouca pregação. Teremos uma noite agradável para as pessoas. Diga-lhes que com certeza realizaremos esse tipo de culto. Vá logo, Pedro, temos de ganhar as pessoas de alguma maneira!” Jesus teve compaixão dos pecadores, lamentou e chorou por eles, mas nunca procurou diverti-los. Em vão, pesquisaremos as cartas do Novo Testamento a fim de encontrar qualquer indício de um evangelho de entretenimento. A mensagem das cartas é: “Retirai-vos, separai-vos e purificai-vos!” Qualquer coisa que tinha a aparência de brincadeira evidentemente foi deixado fora das cartas. Os apóstolos tinham confiança irrestrita no evangelho e não utilizavam outros instrumentos. Depois que Pedro e João foram encarcerados por pregarem o evangelho, a igreja se reuniu para orar, mas não suplicaram: “Senhor, concede aos teus servos que, por meio do prudente e discriminado uso da recreação legítima, mostremos a essas pessoas quão felizes nós somos”. Eles não pararam de pregar a Cristo, por isso não tinham tempo para arranjar entretenimento para seus ouvintes. Espalhados por causa da perseguição, foram a muitos lugares pregando o evangelho. Eles “transtornaram o mundo”. Essa é a única diferença! Senhor, limpe a igreja de todo o lixo e baboseira que o diabo impôs sobre ela e traga-nos de volta aos métodos dos apóstolos.

Por último, a missão de prover entretenimento falha em conseguir os resultados desejados. Causa danos entre os novos convertidos. Permitam que falem os negligentes e zombadores, que foram alcançados por um evangelho parcial; que falem os cansados e oprimidos que buscaram paz através de um concerto musical. Levante-se e fale o alcoólatra para quem o entretenimento na forma de drama foi um elo no processo de sua conversão! A resposta é óbvia: a missão de prover entretenimento não produz convertidos verdadeiros. A necessidade atual para o ministro do evangelho é uma instrução bíblica fiel, bem como ardente espiritualidade; uma resulta da outra, assim como o fruto procede da raiz. A necessidade de nossa época é a doutrina bíblica, entendida e experimentada de tal modo, que produz devoção verdadeira no íntimo dos convertidos.



C. H. Spurgeon (1834-1892): era pregador, autor e editor britânico. Foi pastor do Tabernáculo Batista Metropolitano, em Londres, desde 1861 até a data de sua morte. Fundou um seminário, um orfanato e editou uma revista mensal chamada “Sword and Trowel”. Conhecido como “Príncipe dos Pregadores”, Spurgeon escreveu muitos livros e artigos, particularmente na área devocional.






quarta-feira, 8 de março de 2017

DIA INTERNACIONAL DA MULHER


Neste dia tão especial, as mulheres receberão merecidamente os parabéns. Certamente, alguém em casa, no trabalho, na rua lhe dará um beijo, um abraço, lhe entregará uma flor, algo que simbolize e faça menção quanto a importância das mulheres em nossa vida, família e sociedade.

Hoje, terça-feira, dia 07 de março, estávamos eu, minha esposa Daniele e mais alguns irmãos na reunião de Intercessão e oramos por muitos propósitos, dentre eles, em favor das mulheres.

Sim, louvamos a Deus pelas mulheres que, ousadamente, enfrentaram preconceitos, restrições e proibições. Por mulheres que quebraram tabus e virtuosamente, marcaram seus nomes na história e deixaram um legado encorajador para as mulheres destes dias.

Mas também, lembramo-nos - porque é preciso lembrar - de milhares de mulheres pelo mundo que estão enfrentando a luta contra o câncer de mama, de colo do útero e outros tipos de doenças com tratamento agressivo, mutilador e com poucas chances de cura.

Lembramo-nos que milhões de mulheres pelo mundo ainda sofrem  com a violência doméstica cometida pelo marido, pelo ex-companheiro ou, por seus filhos. Grande parte destas, infelizmente, são assassinadas.

Lembramo-nos que inúmeras mulheres são vítimas de exploração e de abuso sexuais.

Não nos esquecemos que no campo profissional, as mulheres ainda são subvalorizadas em suas remunerações quando comparadas aos homens nos mesmos cargos e atribuições.

Mencionamos as mulheres – esposas e mães - inconsoláveis por terem perdido o marido ou, os filhos. Por aquelas, que a esterilidade, roubam-lhes o sonho da maternidade.

Lembramo-nos das mulheres sem rosto e sem voz, cobertas da cabeça aos pés pelo extremismo religioso que lhes tirou o direito de terem uma identidade, de opinar e de lutar por seus ideais, ainda aprisionados.

Enfim...

Apesar de muitas ações terem sido desenvolvidas para promover o bem estar da mulher, alcançando alguns avanços, ainda há muita coisa a ser feita. Sei que sem tais ações, não haverá melhoria na condição de vida das mulheres. Porém, existem circunstâncias na vida delas que somente a Graça de Deus poderá mudar para melhor. Por isso, intercedemos em oração.

O que pedimos ao Deus-Criador para este Dia Internacional da Mulher foi(e é) que, Ele conceda como um presente para todas as mulheres a cura, o livramento, a consolação e refrigério, a autoestima, a dignidade, a valorização e a liberdade.

Se neste Dia Internacional da Mulher você está disposto a dar uma flor, um cartão ou qualquer outra coisa que expresse seu carinho e admiração para com elas, faça-o. Pois, isso será muito bom.

Entretanto, quero lhe encorajar a reservar alguns minutos deste dia para fazer uma sincera oração em favor das mulheres que sofrem. Isso, será realmente uma dádiva para elas.

CURTA E COMPARTILHE E ORE.


Deus abençoe a todos que assim fizerem.


Pr. Marcos Costa
Igreja Biblica do Calvário
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